Presente da Deusa Evelin

17º Episódio
Introdução 

O caos se formava por todos os lados, o medo e o pavor se alastravam como o fogo no capim seco, Assim, só restava aos elfos e humanos, salvarem os demais integrantes da Floresta negra de Uhat.
 Eles buscaram o conselho do ser mais poderoso; o mago Sion de Vangah, que vive sozinho em sua própria árvore na Floresta de Vangah. O caminho para encontrá-lo estava repleto de perigos.
A questão é que uma guerra entre Deuses, Elfos Humanos e Bruxos vinha se formando a tempos e suas proporções seriam terríveis se nossos Heróis não dessem suas vidas para tentar controlar. 
Os bruxos e feiticeiros tomariam as fronteiras, e todas as criaturas das trevas seriam mais fortes e poderosas. Em breve um novo poder surgiria  por toda parte entre as criaturas das trevas. Um poder tão grande que até então jamais tínhamos visto!Por isso se fazia necessário: A coragem para derrotá-lo, a qual só o nossos amigos  poderiam  dar.

Capitulo I 

Os olhos sem luz de Aatank tentaram aprofundar-se em Dseyvar que estava de costas bem na ponta do abismo e de braços abertos... o Bruxo tentou absorver a reação dele...
Um espanto tomou conta do bruxo quando muito calma Mah falou na cabeça dele:

- Eu vou cair e terminará tudo! Até o seu sofrimento. O Bardo já está moto mesmo! De nada adiantará prorrogar essa agonia. E Ajeb poderá viver em paz.

*- O que você está dizendo? – perguntou o bruxo gritando e o Elfo tranquilo respondeu.

- Acalme-se Aatank eu estou sereno pelo que vou fazer!

*- Fazer o que criatura idiota?

- Ah sim, deixa-me explicar! Eu descobri que se eu acreditar na sua ilusão e cair daqui: nada vai acontecer a não ser a minha morte! Voce irá encontrar outro ser que ame o Bardo tanto quanto eu. Com isso voce terá outro meio de torturar o Bardo. Então resolvi parar tudo isso!

*- Voce não pode parar Elfo burro! Eu sempre estarei absorvendo vida

- Não mesmo Aatank pobre e infeliz bruxo, porque eu vou me jogar!

*- Estou decepcionado com a sua burrice Elfo! Não vai adiantar nada sua loucura em se suicidar, será a mesma coisa! Voce só vai morrer Elfo idiota!

-  Não meu querido! Se eu me atirar daqui por uma nobre causa! Se for um sacrifício por amor!

*- Você não faria isso! Não seria tão burro! O Bardo nem sabe desse seu amor idiota Elfo Burrooooooooo

Aatank gritou e deslizou rápido pela “marquise” tentando segurar o Elfo

Lágrimas tomaram conta dos olhos de Mah e sem dar tempo de pensar em mais nada ela se jogou da “marquise” em um mergulho infinito com os braços junto ao corpo.
O Bardo gritou la em baixo enquanto o soltávamos...

- Não Elfo!!!!!!

Alertando-nos a olhar... Mas já era tarde! Só a vimos no momento que chegou ao solo.

Gritamos todos em conjunto.

=DSEYVAAAAAAAAAR   POR ELENTARI! O que voce Fez!!

E corremos todos para junto dele jaz no solo pedregoso da caverna...

Ao lado dele seu algoz que tentou segurá-lo o e foi junto no voo para morte.

Coloquei meus joelhos no chão, peguei o Elfo delicadamente, coloquei a cabeça dele no meu colo, e limpei o sangue do seu rosto sereno, chorando e querendo saber por que: Eu perguntava ante o olhar espantado de todos os amigos dele:

- Por que Dseyvar? Por que você fez isso?

Sion foi até Aatank estatelado e todo quebrado ali no chão da caverna, empurrou com o pé o corpo cadavérico e torto por estar todo partido, virando-o para vermos o rosto dele que estava sereno como o rosto de Dseyvar. Diante das lágrimas de todos nós Sion disse.

*- Foi por amor Sigel,  Ela fez um sacrifício por amor...

O bardo perguntou:

- ELA? De quem voce está falando Sion? Por amor? Como assim?

Perguntou o Bardo desolado abraçado a Elessar que chorava como criança. Sion explicou.

*- Para ajuda-la a distrair Aatank enquanto nos soltávamos voce,eu entrei na mente dela e contei sobre o encanto que foi feito nele quando perdeu a alma por amor. Eu disse a ela que ele só o morreria se fosse em um sacrifico por amor. E ela fez!

- Mago Sion me perdoe ser tão interrogativa: Mas por que trata Dseyvar como uma fêmea? Ele foi o mais valoroso e honrado de todos nós.

Chorando e olhando para todos, um por um, tentando encontrar entre nós o amor desse Elfo que eu... Amava... Oh! Eu amava... perguntei... Com a voz embargada de pranto.

- A quem ele ama? Quem foi merecedor de tamanho sacrifício.

- Galeon! Ela amava Galeon! Respondeu Sion de Vangah
(esse era o nome do Bardo que naquele momento não precisava mais fazer segredo) 

Eu fiquei sem ar, me senti tonta por alguns segundos... Recuperando-me quando ouvi o Bardo que parecia enlouquecido e desarvorado gritando pela Senhora da Floresta:

- Senhora Evelin! Fada sagrada da Floresta! Eu não aceito o sacrifício dele! Não aceito! Com certeza ele se enganou... Como assim me ama só me conhecia há uns três dias.

Todo ensanguentado pelas escoriações feitas pelos lacaios de Aatank e com as costelas quebradas o Bardo pegou o Elfo nos braços e saiu da caverna... Fomos todos atrás dele em silêncio.
Quando chegamos ao grande patamar no exterior da caverna onde A Princesa Anárion e Sitaara lutava. Todos os lacaios tinham se transformado em montes de cinzas e eram levados pelo vento!
Sitaara e A Princesa ao Ver o Bardo com Dseyvar nos braços sendo amparado por Lorian (Magno). Entraram em desespero, não sabiam o que tinha acontecido... Pensaram que o bruxo havia vencido e que o Bardo fez a transmutação no Elfo Ajeb usando Dseyvar. Choraram por tudo ter dado errado.

Nisso também saiu da caverna o mago Sion trazendo o Elfo Ajeb debilitado e sangrando pelos olhos, nariz e ouvidos. Ao ver Dseyvar morto chorou dizendo

= Não de novo não. Meu pobre pai não irá suportar! Eu tentei ajudar! Mas eu estava em um lugar onde minha telepatia era muito fraca

Ajeb ajoelhou junto ao Bardo e clamou com ele orando e pedindo a senhora da floresta que devolvesse Dseyvar. O lamento dos dois era tão triste que fazia a todos chorar: O Bardo dizia em seu lamento:

- Eu não aceito o sacrifício dele senhora! Volte o tempo e traga Dseyvar de volta, por favor! Coloque-me lá dentro com Aatank Eu aceito o meu destino. Em meu desespero de salvar “O Coração da Floresta” Eu errei em tudo. Não parei para pensar. Tive medo que se Aatank habitasse meu corpo e soubesse onde se encontrava o Rubi! Ao deixá-lo com meu amigo Cigano o Elfo tentou me salvar para que o cigano não perecesse. Com certeza eles pensaram que fosse um “Horcrux”
Perdoe meu erro e traga O Elfo de volta a vida. Não saberei viver com esse remorso!

Depois de recitar a oração o Bardo abaixou a cabeça em silêncio.

Atendendo a súplica do Bardo a montanha foi iluminada por um clarão fascinante e do centro desse clarão,  surgiu uma pequena luz azul que aumentava de tamanho e a ganhava muitas cores parecendo  o arco-íris de tão suave e colorido. E ouvimos uma voz meiga e cristalina dizendo:

♥♥ - Leve-a até sua “Oriath” e use seu ônix. O amor de todos a manterá entre voces por muito tempo ainda. Só tem um, porém: Ela se esquecerá desse acontecimento.

- Ela Senhora? Mas estamos pedindo por Dseyvar. Eu falei

O clarão apagou de mansinho nos deixando confusos até que Ajeb perguntou a Sion:

- Mago o meu Dseyvar não irá viver? Apenas ela?

- Não tenho certeza Ajeb! É um pedido de Galeon!

Lorian (Magno) falou:

- Senhor mago Sion! Se o Bardo depositou em mim a “Oriath” Use-me para trazer o Elfo de volta! Não me importo como seja!

Sion respondeu!

- A Senhora Evelin deu o encanto para ela não para ele não sei se conseguiremos salvar também o Elfo.

Chorando muito ajoelhado junto ao corpo do seu sobrinho neto Dseyvar o Elfo Ajeb falou:

= Com pesar no meu coração e só tendo uma chance de salvar Ele ou Ela eu permito que façam por ela. Porque se fizerem o contrário ele não perdoará a nenhum de nós e vai levar essa dor até o fim de seus dias. Salve-a Bardo! Depois faremos um funeral para Dseyvar durante quaro luas.

- Mas de quem voces estão falando?

Perguntou Emre muito nervoso:

- Estamos falando da Cigana! – disse Sion

- Por Santa Sara!! Qual cigana?? Estou ficando louco? Estamos diante do corpo do jovem elfo Dseyvar. O que está acontecendo???

Perguntou o Elfo Lorian e todos ficaram olhando para Sion e Ajeb esperando a resposta, Ajeb respondeu com uma pergunta:

= Voces não sabiam que meu Dseyvar dividia a matéria com ela?

- ELA QUEM? Por Febeh!

Gritou Galeon e Ajeb respondeu:

=  A doce Cigana Mah!

-" O QUÊ" ? – Perguntamos em uma só vóz!

Ajeb e Sion olharam-se perplexo em saber que Dseyvar carregava o espírito de Mah semque ninguém soubesse. o Elfo Lorian se desesperou!

- Por Santa Sara! Minha pequena... Por que ela estava com ele?

- Isso não posso responder queridos! Eu descobri aqui, porque a Ciganinha tomou lugar na mente do Elfo procurando ajuda. - disse Sion

= Eu estava ajudando Dseyvar com conselhos telepáticos quando encontrei Mah na mente dele.
- Disse Ajeb

 O Bardo pediu  silêncio e atenção e falou!

- Calem-se todos e prestem a atenção!
Eu preciso decidir! Voces disseram que o amor dela sou eu! Se eu escolher salvá-la não estarei fazendo por isso e nem porque conheço a cigana a mais tempo que conheço Dseyvar!
Mas simplesmente, porque estarei usando a Razão.
Se eu salvar o Elfo estarei usando o coração, porque esse Elfo queria salvar-me mesmo sem me conhecer. Ele poderia ter salvado o seu parente já que entrou sem ser percebido.
Quando ele conseguiu chegar junto de mim no meu calvário me confessou que era ele e não Ajeb o ”Elfo da Profecia” E eu lhe confessei ser eu “O Coração da Floresta”!
 Mas um motivo para ele ter ido embora salvando a sua própria vida.
Então eu vou fazer todo o possível para salvar os dois. Se acontecer de só um ser salvo, terá sido trabalho da Deusa e do senhor destino, eu não posso exigir! Mas posso agir com sabedoria e tentar.

- O que voce precisa Galeon? - Perguntou o Elfo Lorian

- Preciso que nos levem até o seio da floresta! E preciso que todos nós usemos a Gratidão mesmo se eu conseguir a volta só de um deles.

Todos aceitaram fazer como Galeon pediu!

Elessar, Sion e Emre fizeram um círculo deixando dentro dele todos nós e nos transportou para o seio da floresta.
Com muita rapidez Elessar e Emre prepararam uma mesa com um grande tronco de árvore, As Elfas o cobriram com Flores. Elessar foi até a tenda no acampamento cigano, buscou o corpo vazio em suspensão da Ciganinha Mah e colocou ao lado do Elfo na Pira.
E fizemos um circulo em torno do grande leito de vida ou de morte de dois seres muito amados formando uma Egrégora de energia.

Enquanto Anárion e os Silfos Amarelos curavam o corpo todo quebrado de Dseyvar dentro do círculo. Galeon e Lorian ficaram de pé frente a frente encostando as palmas das mãos e as testa para unirem os chakras frontais! Esses chakra ligados entre eles proporcionava consciência do tempo.Para as barreiras do tempo serem derrubadas e a “transmutação” ficar clara.
Galeon e Lorian ultrapassaram todos os limites criados por elementos densos.

Os dois apresentaram um clarão no centro da visão que estava relacionado com o futuro e o passado harmonizando seus equilíbrios energéticos e em alguns instantes o Elfo Lorian brilhou intensamente  como se tivesse sido eletrocutado  e a “Oriath” desapareceu de seu tórax. Lorian sentiu muita tontura e foi amparado pelas Elfas fora do círculo.

O Bardo reluzia clareando toda clareira onde se encontrava a Pira! Ele pegou seu ônix (amuleto) Se posicionou por trás da pira onde ficavam as cabeças de Dseyvar e Mah. Colocou o ônix entre as mãos da cigana e as do elfo! E  pediu completo silêncio, porque iria se comunicar com o chakra coronário deles e esse chakra só se abre completamente irradiando toda sua luz em estado de suprema quietude.

O Bardo fez uma oração a Deusa dos Elfos e ao “Coração da Floresta”

Deuses da Floresta!

Agradeço a honra que a mim foi dada como Guardião do Rubi!

Por essa força responsável pelo sentido da vida.

É através de ti que a vida ganha significado,

Que a vida ganha sentido.

Conectando-me com o sétimo chakra de Dseyvar e de Mah

Estou nos conectando com a Divindade,

Com o Criador, com a Força Superior,

Com a Consciência da Criação,

Com o Todo o Universo, não importa qual a dimensão.

O sétimo chakra de meus amados amigos é a consciência onipresente,

É a essência do ser, a percepção da vida,

É a fonte de sabedoria, e é através dele.

Que eu imploro a divindade de suas vidas.

Elevando suas consciências

A um nível profundo de energia,

Promovendo a essência divina da vida.

Dê-me a hora de ter meus amigos de volta

E eu lhes serei eternamente grato

Todas as energias do círculo junto com as do Bardo foram direcionadas para os corpos na pira. Energias de amor, gratidão, confiança, amizade, afeto e fé!
Sem retirar a mão da direção dos Chakras da cigana e do Elfo o Bardo se debruçou sobre eles...
De repente... Uma força percorreu o corpo do Bardo! Em seguida levantou o corpo da Ciganinha... fazendo dela um arco e voltou a posição anterior.
Os olhos do Bardo ganharam um tom metálico, o ônix entre as mãos da cigana e do Elfo irradiou uma luz fascinante!

Todos se afastaram porque o corpo de Galeon emanava um calor intenso.

A luz que irradiava do ônix foi direcionada para Galeon na direção da sua testa e ele abriu a boca.
De dentro do bardo saiu uma luz fina azul metálica percorreu por cima dos corpos e entrou na boca da Ciganinha irradiando novamente no ônix nas mãos deles.

Galeon se afastou da pira... Estava tonto e com o corpo queimando como febre.
Desfizemos o círculo e ficamos em silêncio esperando.
Elessar foi até seu amigo Bardo e o ajudou a se sentar com muito cuidado, pois ele estava muito machucado.

De repente a luz que irradiava o ônix apagou assustando a todos. O Bardo se encaminhou para junto do leito élfico de Flores. Ele sabia que esse leito também seria o leito fúnebre de um deles.
 A luz do “Coração da Floresta” havia entrado na Ciganinha e irradiou nas mãos dos dois.
Mas nenhum deles havia se recobrado e a luz do ônix apagou.

O Bardo estava se curvando sobre os corpos para sentir se havia algum vestígio de vida...
 Quando Mah levantou-se com um pulo  gesticulando tão poderosamente que bateu no Bardo jogando-o de lado, todo desengonçado e sem apoio. Sendo amparado por Elessar e foram os dois ao chão. Mah sentou na pira e começou a falar como se nada tivesse acontecido:  como se só houvesse em sua mente as lembranças passadas antes de se encontrar com Aatank.

- Ah Ta bom! Eu não vou desobedecer a senhora mãe Síbilah! Eu só preciso saber se consigo sair do corpo com lucidez e lembranças, para ajudar um... Ai meu Deus que isso?
Quem é esse Elfo? Porque ele está deitado do meu lado?

Nenhum de nós conseguia falar de tanta emoção! Era dois tipos de emoção juntas em um só coração;
Felicidade por Mah e pesar por Dseyvar.
De repente ela parou de falar e olhou para todos nós que olhávamos pra ela com cara de Felicidade. Mah juntou os cabelos enrolando num rabo para o lado do corpo, depois soltou caindo por seus ombros e perguntou

- O que é que foi gente?

E foi olhando um por um de nós até que seus olhos chegaram ao bardo caído no chão... Com o esbarrão que ela deu... E ela gritou:

- Credo! Que horror! O que foi isso Bardo? Brigou de novo e se deu mal?

Nós corremos pra cima dela chorando, agarrando, beijando...

Mah pulou da cama balançando suas bonitas pulseiras e disse do jeito convencido que diria uma cigana

- Aii... Parah  gente! Sei que vocês estão agradecidos... Tudo bem! Mas que exagero! Estão me desarrumando toda. E eu nem sei se deu certo esse negócio de sair do corpo...
E esse Elfo aqui dormindo como um cavalo no pasto?

Dseyvar levantou se ajeitando e arrumando suas longas lãs numa trança e falou calmamente diante da surpresa de todos:

- Eu não estou dormindo Senhorita! Apenas não podia me mexer porque estava sendo esmagado, asfixiado, abduzido por uma Cigana que tentou me matar.
Mas graças a Febeh me livrei dela e de “tudo mais” Não foi amigos?

- Que cigana? - Perguntou Mah com os olhinhos cinzentos arregalados.

A Gargalhada foi geral!

E dessa vez corremos todos para abraçar Dseyvar. Que depois foi arrancado de nós por Ajeb. Tinham muito que conversar.

Horas depois fizemos uma fogueira e contamos o que aconteceu “omitindo alguns detalhes” Sion e Elessar pediram minha ajuda para dar um “jeitinho” na montanha. Eu usei meu poder para acordar um vulcão, depois que ele se derramou em larvas o adormeci novamente e a Princesa Anárion o resfriou com seu poder freezer! Deixamos a montanha bem novinha. Parecendo que saiu do forno.
No dia seguinte Emre voltou para “Notorian” Sitaara voltou para seu exercito em “Galard”!

E nós fomos ajudar povo de Magno e Mah a deixarem seu acampamento novo e feliz outra vez!
No caminho de volta Mah implicava com o Bardo.

- Hay Bardo! Conta aqui pra sua amiga: voce tem certeza que você não apanhou? Sei não hein! Está parecendo um ogro.

Ela perguntou isso dando com o ombro no Bardo que gemeu alto pela pancada, ele estava todo machucado e o corpo doía com qualquer toque. Mah pediu desculpas por ter sido tão desastrada.

O Bardo levou  na esportiva:  ele desembainhou a espada jogou pra trás o manto que usava preso no pescoço e disse brincalhão:

- En Gard Cigana!

Mah empunhou a espada que ganhou de Elessar e com muito orgulho respondeu:

 En Gard Bardo!

E ficaram medindo forças pelo caminho de volta enquanto seguíamos eles.
  Elessar sorria balançando a cabeça.
Lorian passou por eles olhou, deu um sorriso de aprovação.
E fomos embora ouvindo a algazarra dos dois.
Mah não lembrava tudo que aconteceu, nem tudo que ela passou, nem o sacrifício que fez.
É um segredo que ficará apenas com seus amigos.

= Mas vocês meus amigos pensam que tudo acabou? Não acabou mesmo!!!...
Mas isso é outra historia...


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BREVE A SEGUNDA TEMPORADA DE: As Aventuras de Sigel


Estrelando

Elessar

Sigel

Dseyvar

Convidados

Magno

Mah

Emre

Sitaara

Anárion

Sion

Ajeb

Layudah

Aodh

Barzud

Selisya

Kalissia

Duini
Participação especial  Galeon Haruk  & Tempest Elf

Coadjuvantes

Aatank

Kroch
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Comentários

  1. História maravilhosa... estou apaixonada muito bom...obrigada por esse tesouro de conhecimentos.

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    1. Eu que agradeço por comentar e por ler Um grande beijo!

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  2. Doutora Katia Kristina!O que é isso!!!!!! Formidável!
    Finalalucinante. E eu que pensei que voce se perderia. Ptz meu do embasbacado e louco pela segunda Temporada

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    Respostas
    1. Olá Justinni! Está sumidinho. muito obrigada.

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